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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Nós as gordas (e a tirania do politicamente correto)

E se nos deixássemos de paninhos quentes? Sim, somos mulheres reais (mais real é difícil, se nos cortarem, sangramos). Mas não somos (obrigatoriamente) "fortes", e quando passamos o 44, garantidamente não somos cheínhas: somos gordas.   Há algumas coisas que me irritam, uma delas é o medo das palavras. Quando era miúda, quem morria de cancro morria "de uma doença má" - deus nos livre de alguém dizer a palavra cancro! Quando eu tinha 15 ou 16 anos tive tuberculose, andei em (...)

Disto de viver com depressão

Não tenho ido ao ginásio; estou a atravessar uma crise depressiva, que ando a ver se corro à vassourada, mas ainda não ultrapassei, e não tenho tido vontade de ir a lado nenhum... por mim passava os dias inteiros a ler, ver Netflix e jogar Farmville. Intervaladamente.   Não sei quantos de vocês sabem, mas a depressão entrou na minha vida, oficialmente, quando tinha 12 anos, altura em que foi registado o meu primeiro episódio de depressão major... e até hoje, alapou-se a mim, e (...)

Qual é o teu maior medo?

A pergunta foi feita assim, largada qual papel anónimo num qualquer cesto para reciclagem, qual é o teu maior medo? Penso que vamos ter de esperar um bom bocado pela resposta, já que não sei nem faço a mínima ideia, sempre me foi reconhecida a bravura de não ter medo de nada, que ouvi aplicada nas situações mais diversas, enquanto cá dentro a criança estava silenciosa sob ameaça, sem conseguir esconder todos os papões dentro do armário, o que lhe provocava alguns (...)