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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

12
Ago18

Férias: semana #1, DONE!

Fátima Bento

20180808_155355.jpg

 

Pois e não é que já estou em casa? Ontem a esta hora estava na piscina a apanhar solinho, quase, quase a atirar-me a pés juntos (de cabeça? 'tais doidos?) para a parte mais funda, só a esperar um bocadinho a ver se ficava menos fria, e hoje já acordei na minha cama. Duas vezes com a Mia a vomitar, uma com o Victor a ligar a luz para acabar o livro (a culpa é minha que levei O Executor para ele ler nas férias), e finalmente, de acordanço natural.

 

Receção cinco estrelas por parte da Piccolina que estava com coriza quando fomos e chorava copiosamente do único olhinho, e com coriza continua e uma conjuntivite está. Ó felicidade ó alegria, ronrom, miminhos, beijinhos, tudo o que havia para dar, ela entregou.

 

A Mia, feliz, feliz, pediu comida. Segundo o Tomás, parecia um aspirador nos dias em que não estivemos, mas nunca vomitou...com a nervoseira de chegarmos toma lá que nem dormiste sossegada.

 

O Ippo esfanicou-me o braço na brincadeira, mas depois fez-se doce e adormeceu com mimos e ronrons ao meu lado no sofá - o sacana do gato não gosta de colo, ráisopartam! - só quando vai à vet... ou eu lho roubo, muahahahah  

E cresceu que se fartou, em quatro dias!!!!

 

E sim, era suposto termos estado fora seis dias e só ficamos quatro... a história conta-se num ápice: a net diz que sim, mas definitivamente não, vai daí Netflix 'tá de gesso, e não tínhamos nada para fazer à noite... e depois tivemos saudades (agora é mais um, e pequenino ainda por cima...)

 

As férias seguem dentro de momentos numa praia perto de nós.

30
Jul18

O abandono animal é um lugar estranho

Fátima Bento

Não consigo encontrar uma justificação, por ténue que seja, para o abandono animal - e não é de hoje. Acho que é uma questão de sensibilidade: quem tem animais e os conhece, adivinha facilmente a angústia que sentem. É a coisa mais assustadora, são animais que não conseguem sobreviver na rua, e de repente viram-lhes o mundo ao contrário. Nem falo de quem os abandona em placas centrais de rotundas, que isso vão além do desumano per si e invade o domínio psicótico, é de um sadismo psicopata chapa quatro.

 

Não compreendo.

 

Neste momento, sensivelmente uma semana antes de ir de férias chocamos com o papão das temperaturas desmesuradamente altas, e isso é um enorme nao-não para levarmos qualquer um dos três felinos da casa connosco. Vou estar em cima da linha de fronteira entre os distritos de Santarém e Castelo Branco - passo o dia no segundo e almoço no primeiro, a dez minutos de distância, se tanto - que são dos distritos mais quentes do país. E se saímos daqui cedo, para fugir ao calor, chegamos igualmente cedo, e sendo check in é uma horas depois, temos de ter a(s) transportadora(s) no carro que não tem A/C. E mesmo que consigamos entrar um nadinha mais cedo, será deixar o(s) pequeno(s) e ir almoçar, ficando num local estranho e não conhecido. Não é justo para ele(s), e se tivermos em linha de conta que o Ippo é cego, menos é.

 

A Mia está francamente numa fase boa, está mais gordinha, com boa cara - embora esteja com coriza, aliás têm todos, os de casa e os da rua; ela como está mais frágil, lacrimeja e espirra mais vezes. Olho para o Ippo e penso uma semana sem te ver, volto e nem te reconheço, nem tu me reconheces a mim... ele está tão grande, deu um enorme pulo nos últimos dias! A Piccolina resolveu que é giro brincar com o pequeno e bufa e tunga, trolitada na cabeça. Ó senhores! Pobre pequeno, que se esconde quando ela vai a passar e lhe salta para cima - e já levanta a patinha a ameaçar dar uma à grande.... mas como ela vê e ele não, ela dá, enquanto ele se fica pela ameaça.

 

Olho para eles e só me apetece chorar... e acho que quando sair daqui para me fazer ao caminho, choro mesmo.

 

E eles não ficam sozinhos, ficam com o Tomás, que desenvolve um sentido de responsabilidade aparte quando fica por si. Mas este ano as minhas férias adivinham-se dificeis...

 

Por tudo isto, cada vez menos compreendo as pessoas que abandonam os animais domésticos. Passa-me completamente ao lado que possam deitar a cabeça na almofada e ter um sono tranquilo...

 

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17
Jul18

A borrifarem-se para o(s) toque(s) de OCD

Fátima Bento

- o dele e o meu...

 

3.jpg

 (via)

 

Quando o Ippo chegou cá a casa a Piccolina e a Mia comiam em tigelas de inox, tendo uma para cada. Como o piolhito era pequenino, comecei a dar-lhe a comida e o leite em pratinhos da nespresso, mas acabava sempre comida no chão, à cause das investidas da Mia em pires alheio. Por isso, enquanto eu não compro a tigela de inox, resolvemos usar uma de vidro que tínhamos em casa e que pusemos em linha com as outras. Ora quando chega a hora de comer, eu vou colocando a comida, e eles comem pela ordem que preferem.

 
Mas eu quero lá saber qual tigela é de quem?

 

Este fim de semana,o Victor viu-me a dar-lhes comida e criticou: não! a de vidro é a do Ippo! E eu, mas isso lá interessa? Não estão a comer todos??? e ele retorquiu assim eles habituam-se a comer na sua tigela. Sorri incrédula.

 

Pois que suas excelências começam por comer na própria - a do Ippo fica no meio (aqui entrou o meu OCD quando a vi na ponta), depois vão às outras tigelas verificar se alguém deixou comida e "lavam" as tigelinhas. Eles lá querem saber who's which?

 

Os humanos são mesmo complicados, caracoles!

 

12
Jul18

E hoje...

Fátima Bento

... é claro que não dormi! 

 

E não durmo porque o pequenito dorme connosco e eu levo a noite toda com ele a acordar e a passear por cima de mim, e tenho de me levantar quando decide que tem fome (pelo menos ao caixote já vai sozinho!), ou então, como hoje, porque não fica no quarto connosco, e eu fico com medo que ele apareça, ou chame e eu não dê por ele... uma parva. Eu assumo: em termos latos, esta preocupação é uma parvoíce, mas ainda não descobri o interruptor! Não é que eu não queira dormir: eu quero, e como! O problema é que o cérebro não desliga, pelo contrário, entra numa espécie de frenesim, e não dormes não senhora! Consegui dormir uma hora algures entre as 7:30h e as 9:00h - quando há luz, consigo relaxar - que me soube pela vida!

 

E depois é a Mia que vomita. 

 

Tem sido uma fase linda #sóquenão - bem, mau só mesmo o não conseguir descansar e a Mia vomitar tanto, de resto, a balança está equilibrada, o Ippo compensa largamente a ansiedade que provoca!

 

Já fomos à veterinária, que aconselhou fazermos uma bateria de análises à Mia, e uma eco. Eu sei que ela está presa por cabelos, e não a quero deixar ansiosa... e é a tal coisa: se ela desiste, não há nada que adiante, e esse é o meu medo. Submetê-la a exames vai adiantar de alguma coisa? Medicação nesta altura? O Tomás nunca conseguiria medicá-la. Acho que vou estabelecer um compromisso: se tudo correr bem nas férias, quando voltar marco isso tudo (até porque preciso do Victor comigo para a levar lá, sozinha não sou capaz, e ele ainda estará de férias), e logo faço tratamentos e mais o que for indicado. 

 

Bom, e daqui a meia hora, mais ou menos, arranco para o cinema para ir ver o Mamma Mia, here we go again. Posso não saber muito, mas sei que vou sair muito bem disposta, assim não poupem na quantidade de musicas dos ABBA!

 

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Portantes, até logo!

10
Jul18

Angústia, ansiedade e pontos de interrogação

Fátima Bento

O meu dia hoje começou mal, não consegui fazer o que era suposto, porque (praticamente) não consegui dormir esta noite. Estou num estado de hiper ansiedade com a aproximação das férias. Não gosto de sofrer por antecipação, mas não há volta a dar-lhe... a Mia está mais magra (!!!) e ontem tirei uma foto em que o que se vê são os ossos com pelo em cima: no entanto ela  continua cheia de energia, come com voracidade, e não mostra quaisquer sinais de desconforto ou dores. 

 

Como é que vai ser quando eu não estiver aqui? Como é que ela se vai aguentar? Será que vai? São só seis dias... só? Não são seis dias a mais? Não deveria ir... devia?

 

Tenho vontade de cancelar tudo, mas estamos tanto a precisar de sair daqui por uns dias... e a Mia, será que aguenta? Ou quando sair de casa vai ser a última vez que a vou ver com vida?

 

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(via)

 

A angústia que tenho atravessada na garganta não me deixa descansar.

 

Estou pelo menos, a pensar em reduzir os dias fora de seis para quatro. E depois pergunto-me se fará diferença. 

 

Mas claro que faz diferença! Não é?

 

Quando - ou se - é que voltarei a dormir descansada? Quando cancelar as férias?

 

SO-COR-RO!!!!!

 

07
Jul18

A mãe gata? Sim, sou eu!

Fátima Bento

A (semi) privação de sono anda-me a comer os neurónios - e toda a gente sabe que a partir de uma certa idade eles deixam de se reproduzir (eu tinha-porque-tinha de usar esta expressão!), vai daí que não tarda transformam-se numa espécie em vias de extinção. No entanto, esta noite já dormi melhor! Para começar acordei às 3:40h com o miado agudo do mái novo, coisa impensável: antes de ele sequer pensar em pronunciar o M, já eu estaria de luz de cabeceira acesa, soerguida sobre os cotovelos num loop de ondeéqueestáogato-ondeéqueestáogato-ondeéqueestá... esta noite não: ele teve de me chamar, o que quer dizer que ando menos ansiosa com o pikeno.

 

Trouxe-o à sala, dei-LHES de comer - sim porque não será depositado um grão de comida num pratinho sem que dona Mia esteja presente e a participar no repasto! - e quando acabaram agarrei na tia Mia e rumei à minha cama - isto depois de ligar a musica e o candeeiro da secretária 

 

 pergunta para queijinho: porque é que ligas a luz se o gato é cego? A verdade é que não sei responder...

 

e dormi até pouco depois das oito, yeah!!!!! Ainda fiquei a preguiçar, a ver se me tocava à campainha o homem das cápsulas Nespresso (costumo ser a primeira do dia), mas como o senhor demorava, levantei-me, dei o pequeno almoço à Mia e à Piccolina e fui direto à maquina de café - ahahahah, o suporte das cápsulas tinha UMA, de descafeinado! - agarrei no leite para o pequenito e entrei na sala. Pequeno Ippo, acabado de acordar esperava-me no sofá.

 

Pouco depois o senhor lá veio fazer a entrega, e eu fui direto para a cozinha tirar o primeiro café do dia.

 

Portanto, hoje não me sinto tão blhéc - tipo pensar tenho de ir tomar um duche e ao fechar os olhos ver uma cama. E não, não adianta dizer ao meu cérebro que na cama não se toma banho.

 

Hoje estou mais capaz, cheia de vontade de pegar no meu livro, mas com a noção de que se pego, a Piccolina pode comer o Ippo que eu não dou por nada... arghhh. Logo mais ao meio da tarde já tenho o homem em casa, a ver se consigo fazer mais alguma coisa que não seja pet sitting

 

O bom que vem aí uma semana novinha, e ao que tudo indica já não estou tão obcecada com a segurança do pequenito - porque já cá está há duas semanas, já tem uma relação amigável (mas não abuse!) com a Mia, e está grandão - pelo que promete... estar mais cheia.

Segunda vou perder uma manhã na Segurança Social, de tarde vou para Lisboa, terça cabeleireira, quarta está livre, quinta veterinária e terapia, sexta cinema (Mamma Mia2, em pulgas para ir ver!). Soa bem... soa? E claro que o resto dos dias vão ser passados de volta da gataria, mas é uma alegria - quando não me engole.

 

Mal por mal não me vou sentir apenas a mãe gata...

 

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05
Jul18

Sou uma sentimentalóide sem remédio...

Fátima Bento

Ao meu lado agora, está uma coisa de me fazer um nó na garganta. Aqui, ó:

 

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 (as cornucópias castanhas sobre branco são a minha saia)

 

Ela chegou-se por querer comer o mesmo que o pequenito (quando ele come), e beber leite de gatinho (quando ele bebe). E foi ficando o tempo todo, um no sofá, a outra na otomana... e depois ela foi pedindo colo de vez em quando. Já lhe deu uns safanões, uns chega para lá, mas tudo sem unhas. E agora foi isto. Nem duas semanas, e é isto!

 

Nada garante que não acorde e dê uma sapatada no pequenino... mas ainda assim é um progresso danado! 

 

E a Piccolina, que esteve uma semana sem pôr os pés na sala, também dormita no outro braço do sofá. Estou de queixo caído, a babar feito tonta.

 

Riquezas de mim!

 

02
Jul18

É que são todos iguais!

Fátima Bento

Os felinos vêm todos com o mesmo chip de origem, caramba! Mal me veêm pegar em roupa durante os dia, as minhas duas caramelas (à vez) vêm, ronronam, saltam para o colo, pedem nem elas sabem o quê, empatam-me o mais que podem, eu vou para a porta e a memória que trago quando saio é a de uma delas sentada a olhar para mim com cara de gato das botas do Shrek num último apelo desesperado de "não vááááássss!!!!" 

 

 

Ora o Ippo está connosco há 9 dias. Nove dias. Esteve imenso tempo deitado ao meu lado no sofá, a dormir ferrado (podem ver no Instagram a Mia de um lado e o piolhito do outro, num pequenino filme que fiz há bocado), na paz dos anjos. Chegou a hora de me arranjar para sair, deu-lhe a louca e desatou a brincar como se o mundo estivesse para acabar e ele estivesse em défice. E como é que ele brinca? A saltar-me para cima, a roer os meus dedos a esconder-se e fazer investidas todo tufado... e eu lá fechei a porta da sala e atravessei a ponte como que ainda a ouvi-lo a chorar enquanto eu pegava na carteira e abria a porta da rua.

 

Caraças, pá! 

 

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17
Jun18

De coração nas mãos

Fátima Bento

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Bom, a piolhita vomitou no domingo passado à noite (já fora de horas) e andou a semana toda aparentemente bem. E a comer que nem uma lontra - gente, se o trato intestinal dela funcionasse - e ela conseguisse absorver o que come - no mínimo andava por aí a rebolar!

 

O problema é que ela vai enchendo... e às tantas vem por fora. E vai daí na sexta-feira foi uma desgraça... ela vomitou este mundo e o outro. Ele foi apanhar, limpar, lavar... ela tem o cuidado em sair do nosso colo e ir para o corredor... nós ouvimos e lá vamos atrás dela...

 

Mais tarde, ainda vomitou mais uma vez, mas pouco.

 

Sábado NÃO SÓ vomitou como teve qualquer coisa como um AVC. A cabeça ficou inclinada para o lado direito, a orelhita para trás e ela começou a andar de lado. 

 

- aqui faço um parêntesis: nestes momentos eu costumo ficar composta, manter o sangue frio, acudir, acalmar, the works... pois que esqueçam lá isso! Eu só dizia ai pequenina! ai pequenina!  e acredito que num tom de voz um bocadinho ansioso - para dizer o mínimo. Por fora, a coisa pode não se ter notado muito. mas por dentro vi tudo em slow motion e a andar à roda...

 

Segundos depois retomou a andar em linha reta, e foi para a cozinha, mas ainda com a cabeça inclinada e a orelha dobrada. E eu a ir atrás e o Victor a segurou-me deixa-a ir, eixa-a recuperar! 

 

Eu sei que os gatos recuperam sozinhos, eu sei que sim, mas eu lá era capaz de a deixar sozinha?!? Ora imaginem lá que ela não recuperava e estava ali aangustiada e sozinha???Fui atrás. Ela debaixo da mesa olhou para mim com aqueles olhinhos tristonhos mas satisfeitos por eu estar ali, e fiz-lhe uma festinha; a cabeça já estava direita e a orelhinha também. E (claro!) em menos de nada estava a pedir de comer; pois se a barrigota tinha ficado vazia!

 

Já eu estava toda abananada, embora recuperando depressa... mas ontem quando acordei o meu primeiro pensamento foi que ela não chega às nossas férias... (estando nós a mentalizar-nos para a levar connosco).

 

E CLARO que ela está aqui para me provar enganada: o dia todo a comer que nem uma lontra, a escolher o que come (a sério... de doidos...). Saímos, voltámos, passou o tempo todo junto de nós na sala. Fartou-se de comer... e quando eu como, sobe por mim para cheirar e ver o que é e se lhe agrada, senta-se e fica à espera que eu acabe para lamber o prato ou a malga. 13 anos a só comer comida para gatos, nunca ligou a mais nada, e agora é isto! Sempre deixámos comida na cozinha sem problema, que nenhuma das três - Blimunda, Mia ou Piccolina - roubavam nada... agora deu-lhe para isto: um dia destes até uma fatia de pizza roubou! E o Tomás veio ter connosco e perguntou: posso dar-lhe a crosta da pizza? É que ela já está a comer... é claro que pode! É deixá-la comer e beber o que quer, e quando quer!

 

Portanto isto nem é bem um dia de cada vez... depois do que assisti sábado, ou estarei enganada, ou ela pode ir-se assim, do nada, ou quase.

 

Vá, que ande feliz coma quando e o que quer, e vamos andando, um par de horas de cada vez...

 

E a verdade é esta: a Mia vai sobrevivendo e qualquer dia eu é que tenho um ataque cardíaco. 

 

 

P.S: este post está cheio de diminutivos, pois está.

11
Jun18

E para começar a semana com uma nota positiva...

Fátima Bento

Aqui estão as cinco coisas boas da semana que passou.

 

 

A melhor coisa de toda a semana:

a Mia continua aqui, boazita (magrinha, magrinha, mas vivinha da silva e nada apática - e come que se farta!)

 

 

E o resto, foi como se segue:

 

5.PNG

 

 

segunda.PNG

Escrevi um post quando ia no comboio, publiquei sem corrigir, e editei quando cheguei a casa, pesquisando o que tinha assinalado com duvidas. Quando leio este post dá-me vontade de rir... não tenciono repetir, senão perde a piada... 

 

terça.PNG

Um dia de Outubro, certamente, se não estivessemos em Junho. Fiquei em casa a digerir a véspera e com uma enxaqueca descomunal. Felizmente não havia nada de importante a fazer fora de casa.

 

 

quarta.PNG

A Mia vomitou este mundo e o outro - até fez splash antes de saltar e aterrar mais à frente. Fui a correr à veterinária e vim de lá cheia de duvidas, culpa (eu sou profissional em sentir-me culpada, rásmaparta) mas depois de pensar um pouco, e de conversar com o Victor, cheguei à conclusão que estou certa quando decido não avançar com qualquer tipo de tratamento invasivo. Ela depois de vomitar, bebeu água e esteve bem toda a noite...

 

 

quinta.PNG

Acabei de ler o livro mais fantástico deste ano. Ainda não falei aqui sobre ele, mas vou fazê-lo em breve: é A minha avó pede desculpa, de Fredrik Backman (autor de Um homem chamado Ove); não exagero se antevejo que Backman vai ser um dos meus escritores favoritos, tout court. Uma pequena e simples MA-RA-VI-LHA!

 

 

sexta.PNG

Suicidou-se Anthony Bourdain. Vá-se lá saber porquê, mas há vidas que são impactantes para nós, e que sentimos mais próximas de que são na realidade. Bateu, e bateu mal. Não consegui escrever mais de que um ténue elogio fúnebre, e fui ao cinema ver Tully (depois escrevo sobre ele). 

À noite fui atacada (acho que a expressão é mesmo essa) por uma lombalgia que, presumo, tenha tido a ver com o nervo ciático. Esta merda gaita acompanhou-me durante todo o fim de semana (no sábado durante a manhã e inicio da tarde, mal andava...). Mais uma vez, valeu-me poder estar imóvel no sofá, rodeada por almofadas - mas tenho de marcar consulta para fazer exames e ver isto...

 

E pronto! Agora olhá'qui uma semana novinha em folha! E com um Portugal-Espanha na quinta-feira, de roer a unha até ao sabugo!

 

Daqui a unds dias voltamos a falar de cinco coisas boas (de preferência durante o fim de semana...) 

Cheerio!

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