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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Ai se não fora, também, a musica!

Playlist da semana no Spotify

  Não sei como seria.  Esta semana, e neste momento no meu spotify, emparelhado com a aparelhagem, a lista é esta:     Querem-se, melhor, precisam-se boas energias!    - ah, podem ter spotify sem pagar, mas com anúncios. Veja como em spotify.com (e ninguém me pagou, para que conste, quem lhes paga sou eu...)  

Eu sei, ando fugida...

E acho que vos devo pôr a par das últimas.   Cinema   No domingo fui ao cinema, ver Monstros Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald. Não vou dizer que mais valia ter ficado em casa, porque tinha de ver. E sei que também irei ver o próximo.  No entanto, não gostei muito deste. A história é muito fraquinha, há tantos! efeitos especiais, computador, e chromakey (ok, este último é indispensável, (...)

O dia em que voltei ao vinil e percebi o meu amor pelo digital

  A minha filha ofereceu um gira discos ao irmão no Natal passado, coisa que ele não usa porque não tem vinis. Eu fiquei muito contente porque tenho (tinha?) uma caixa cheia na garagem do meu pai, espaço que nas partilhas ficou para a minha mãe tendo ficado acordado que nós, as duas filhas, podíamos continuar a ter ali guardadas as nossas coisas.    Até ao dia em que lá fui para os ir buscar e dei com a fechadura mudada. Kaput.   E então, este aniversário o meu filhote (...)

Pequenos detalhes que fazem tudo valer a pena...

Ontem, quando vinha a chegar, fiz uma pequena viagem no tempo - andei assim uns 17 ou 18 anos para trás num ápice. A rádio começou a passar a canção abaixo - vale a pena ver o vídeo, tem a letra, e é sobre ela que incide o que vou contar a seguir.     Partindo do principio que viram o vídeo e leram a letra - foi, não foi? - sabem que é a que pontua a história da gorila que adota o bebé Tarzan. Para mim é a musica mais bonita de todos os filmes da Disney - pelo significado.   Por isso, quando o Tomás era pequeno - nasceu em 96, o filme é de 99 - eu cantava sempre esta canção para ele adormecer. E continua a dizer-me tanto como naquela altura, quando a cantava para os meus dois pikenos (dormiam em beliche e eu ficava (...)