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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Nós as gordas - e os trapos

  Ih, há tanto para dizer sobre isto!   Em primeiro lugar, uma critica: quem veste 44-46 não arranja roupa minimamente decente e com um preço razoável: é que não há.  Vamos, por exemplo à Primark, e conforme vai subindo o número, vai baixando o bom ar: as blusas ficam largas e curtas - gente, morfologia! Já se aperceberam que com um 46, geralmente vem uma barriga? Blusas que terminam pouco mais ou menos à altura do umbigo+3 cm? Acham mesmo? - e começam a aparecer fitas (...)

Nós as gordas, gostamos de sapatos altos

(via)   É fatal cum'ó destino! Gorda que é gorda gosta de se sentir (mais) alta.  E isso é um reflexo correto: os sapatos altos aprimoram a postura e, de facto, alongam a silhueta. Vamos dividir isto em três partes:   Esteticamente falando, como digo acima, resulta. Eu espero alegre e ansiosamente a altura do ano de pôr os dedos de fora para ficar dez centímetros mais alta! Importante: que sejam (...)

Nós as gordas (e a tirania do politicamente correto)

E se nos deixássemos de paninhos quentes? Sim, somos mulheres reais (mais real é difícil, se nos cortarem, sangramos). Mas não somos (obrigatoriamente) "fortes", e quando passamos o 44, garantidamente não somos cheínhas: somos gordas.   Há algumas coisas que me irritam, uma delas é o medo das palavras. Quando era miúda, quem morria de cancro morria "de uma doença má" - deus nos livre de alguém dizer a palavra cancro! Quando eu tinha 15 ou 16 anos tive tuberculose, andei em (...)