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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

03
Out18

Há dias assim - OBRIGADA!

Fátima Bento

Ontem foi um dia tão bom, tão bom!

 

Do almoço como marido e a companhia do filho, ao telefonema da filha, a coisa não podia ter corrido melhor.

 

E depois, vocês.

 

Vocês transbordaram o meu dia de energias positivas! Aqui no blogue os vossos votos e desejos de feliz aniversário atiraram o post E porque eu hoje faço anos - a primeira grande surpresa... para os blogues quentes. Obrigada, acima de tudo por estarem desse lado e me terem oferecido o vosso carinho em doses maciças. Sou uma mecinha de sorte!

 

Não me vou cansar de dizer isto, mas a dinâmica daqui da blogolândia é a melhor coisa de ter um blogue! É fantástico conhecer um pouco todos os que aqui vêm com maior frequência. Há coisas que não têm mesmo preço 

 

Continuem por aí que eu vou continuar por aqui. E mais uma vez, muito, mas mesmo 

 

MUITO OBRIGADA

 

bday.jpeg

 

- não posso deixar passar o agradecimento a todos os que me felicitaram pelo Facebook, Instagram, Messenger, Whatsapp, SMS, telefone... o meu coração quase que não coube no peito! 

 

(yup, sou uma lamechas do pior... mas é só às vezes #not!)

30
Jun18

Que o sonho nunca acabe!

Fátima Bento

Faço minhas as palavras do nosso Presidente Marcelo:

(...) houve dias em que achei que tinha feito tudo e que por um bocadinho correu mal Isto pode acontecer a todos. E aquilo que lhes queria dizer e disse em nomes dos portugueses é que lhes queria agradecer por estes dias de alegria. Foram quinze dias, três semanas de alegrias e de sonhos. O país vibrou, encheu as praças, por isso fico-lhes eternamente grato pelos sonhos que permitiram alimentar e pelas alegrias que proporcionaram”

 

Obrigada, rapazes. Do fundinho!

pp-world-cup-portugal.png

 

02
Out17

OLÁ 50! CHEGUEI!

Fátima Bento

Deixem-me erguer o troféu: consegui chegar aos 50. Contra ventos e marés.

Por isso estou de parabéns -  pela perseverança e por tanto teimar. 

 

 

troféu50FB.png

 

E pergunta-me o João B. via FB, como me sinto ao chegar aos cinquenta... olha, com orgulho e esperança. E projetos. E garra. E, se me é permitido, pelo na venta, como diria a minha avó. Sinto que posso fazer pontaria e almejar a lua, porque sei que serei capaz de, se não a conseguir atingir, pelo menos agarrar muitas estrelas. 

 

Angela quer ainda saber como me sinto com estes fresquinhos e recentes cinquenta anos: pouco tenho a acrescentar ao que disse acima: mais te digo que são tão novinhos, que ainda nem sei bem... como a Joana, do blogue Marrocos e o Destino, inquiriu. à laia de desabafo, se me sinto com estes anos todos? Não minha querida, não sinto. Nem sei o que é, nem como podemos sentir um número. Porque cá por dentro sou a mesma, mas sinto que enfrentei o meu Adamastor e dobrei o cabo da Boa esperança.

 

Por isto tudo, Mami, chegar aqui é uma das coisas de que mais me orgulho no meu percurso. Porque para chegar aqui tive que derrubar muitas barreiras, algumas de pedra dura, mas por qualquer razão, nunca desisti de continuar, mesmo tendo quebrado algumas vezes.

 

Por isso sinto uma certa euforia. Sinto uma certa invencibilidade (que sei ser, em parte, um sentimento temporário).

 

E como quem é agraciado por um prémio costuma fazer, devo apresentar os meus agradecimentos a quem me ajudou a chegar aqui:

 

Agradeço ao meu marido por estar do meu lado durante os últimos quase 26 anos - contando-os a partir do momento em que começámos a namorar. De todo o suporte e apoio que tem dado e da paciência que tem demonstrado - eu às vezes valho por uma mão-cheia de Fátimas... é dose...

 

Agradeço aos meus filhos que de uma ou outra forma me ajudaram a ser quem sou hoje. Não seria eu sem eles, e gosto muito, tanto, bué daqueles dois!

 

Uma das pessoas mais importantes da minha vida foi o meu pai. Apoiou-me nos momentos mais difíceis, da melhor maneira que conseguiu, e deu-me todo o carinho do mundo até ao fim. Aí onde estás, obrigado pai! Dá uma beijoca à avó!

 

À minha irmã. Porque é a minha irmã, e eu adoro a minha irmã!

 

De uma forma retorcidíssima, a minha mãe também entra para o ramalhete: se não tivesse tido toda a influência nefasta da sua parte, eu não tinha conseguido florescer e tornar-me na mulher que sou hoje. Obrigado, mãe, embora não fosse a tua intenção, ó para mim aqui!

 

Finalmente, e numa categoria própria, obrigado Nuno Sacramento. Não fosse o trabalho que temos feito juntos e não estaria aqui agora, com esta força e dinâmica. Obrigada, do fundinho.

 

E - não, não me esqueço - a todos os que têm marcado presença aqui e deixado tanto carinho, tantas palavras ternas, divertidas, positivas. Vocês sabem quem são - não ponhas, em dúvida é DE TI que estou a falar... e de ti, de ti... de vocês.

 

Continuem daí que eu continuarei daqui. Porque fazemos um grupo tão giro!

 

E aogora: PARRRRTTTTTTYYYYY!!!!!!

 

 

Quando voltar - é já depois de amanhã - conto como foi a celebração... espreitem entretanto o instagram!

 

Obrigado a todos por existirem e fazer parte da minha vida.

MUITOS, MUITOS beijos!

 

Gosto TANTO de vocês todos! 

    

 

01
Set17

António Lobo Antunes, 75 anos de tanta vida que nos dá

Fátima Bento

viver.JPG

 

É dificil escrever sobre o que gostamos realmente.

 

Ando a ler há anos - sim, a expressão é mesmo esta  ando a ler/vou lendo -  os livros de crónicas do António Lobo Antunes - assim meio à socapa, que as crónicas são que se vão lendo, menores, tendo em conta a obra do Escritor ... mas o António consegue ser assim: põe-me a lê-las aos bocados, devagarinho, e sem usar marcador de páginas. E volta e meia, ah deve ter sido aqui que fiquei, não li esta, e ao chegar ao fim, afinal até tinha lido, que estranho, não me lembro de nada disto. Pois que as personagens se re-inventam no nosso imaginário de cada vez que lemos.

 

Tenho uma relação não de amor-ódio, mas de amor-receio com a escrita do António. Nos livros ele estende-nos a mão na capa e pergunta queres vir?. Aceite o convite, dá-nos a mão na primeira página e acompanha-nos um bocadinho. E depois... bom, depois damos por nós sózinhos e às escuras, alumiados pela luz dos nossos medos, a sós com a pessoa que somos cá dentro. Os livros do António não contam estórias: os livros do António fazem-nos recordar histórias. Histórias que não conseguimos pôr em palavras, que saem das nossas vísceras, e viajam até à garganta e de volta, e andam acima abaixo, arrepiam a espinha, e às vezes fazem doer. Fazem doer a sério. Mas quando fechas o livro já não és o mesmo que o abriu: és um bocadinho mais. Um bocadinho mais tu.

 

Começar um livro do António é assim como que debruçar-nos sobre a toca do coelho na árvore da Alice de Lewis Carrol, e depois cair, desamparadamente e sem tempo. E António aqui será o gato de Sheshire, presente mas invisível, e a lagarta, que nos atira com um enigma e pronto. E a resposta a esse enigma está sempre dentro de nós, cabe-nos descobri-la. E com a escrita do António e os olhos da alma bem abertos, descobrimos.

 

Lobo Antunes para mim é uma tela de Jackson Pollock ou de Cy Twombly. É eu. Eu escarrapachada na tela entre pinceladas, ou escondida nas letras. E não sou eu que estou na entoação que dão às palavras na peça que já fizeram, ou nos diálogos dos personagens no filme. Os livros de Lobo Antunes não tem esquadria, espraiam-se para fora do volume, envolvem-nos como uma nuvem de fog. Os livros de Lobo Antunes não aceitam cabresto. Neste dia, em que o António estará a ser homenageado de inúmeras as maneiras, não posso deixar de considerar que ele merece todas as homenagens que inventarem fazer-lhe.

 

Ler as crónicas é um bocadinho fazer batota, assim como comer um rebuçado às escondidas... as crónicas não nos deixam cair na toca, ao contrário, fazem-nos saltar no trampolim, e acabar cada uma com um sorriso.

 

O que é bom, é tão bom que só pode ser pecado.

 

O António faz hoje 75 anos, 75 anos de uma vida repleta de letras, do prazer que provoca em quem o lê. Por isso impõe-se dar-lhe os parabéns, mas mais que isso, dizer-lhe:

 

Obrigada, António!

 

10
Fev17

3 anos de Porque eu posso (sim, eu sei, estou adiantada...)

Fátima Bento

Hoje é sexta feira E ao fim de semana aqui a blogosfera não roda acima dos 20/30km /h, e é se estiver mau tempo, senão nem isso.

 

Ora acontece que aqui a xafarica faz 3 aninhos neste domingo. E vai haver muito menos gente para celebrar de que se fosse a meio da semana, porque estão todos na vossa vidinha (e eu na minha, muito provavelmente). Por isso,

 

e independente de no domingo vir aqui brindar a todos os que têm a pachorra de cá passar e de comentar e tudo e tudo,

 

tenho que botar discurso... hoje, que tenho esperança que alguém o leia.

 

Se o tivesse feito mais cedo haveria mais quem o lesse, mas hoje (e ontem) estive a sofrer do síndrome da página em branco, pelo que, no can do, buckaroo...

 

E o momento é agora.

 

Ora pois que não sei como não me repita. Sei que há 12 dias saltei !! e viva eu !!, que ando a teimar na martelada das teclas (e já vou no terceiro pc!) mas desta vez não é viva eu por ser teimosa e ter insistido nestas lides.

 

Não.

 

Desta vez os parabéns são mesmo para vocês.

 

Para os 235 que subscreveram este blogue, para os 1011 (neste preciso momento) que seguem a pagina no no Facebook,  e para todos os que seguem no blogs Portugal e no Bloglovin', nomeadamente para os que lêem mais de que o comentário introdutório e o titulo do post (no FB) e que seguem porque sim nos outros.

 

Ou seja, agradeço a todos os que têm a pachorra de ler o que aqui escrevo, seja quando  sai menos bem, ou assim assim, ou... sai bem. Porque às vezes até eu gosto de me ler (e xô falsa modéstia).

 

Mas é só às vezes que me consigo agradar. Pelo que penso que com vocês é igual.

 

(e que atire a primeira pedra quem nunca me mandou dar banho ao cão silenciosamente...)

 

E acredito que seja chato quando me ponho com mimimis, mas os vossos mimos quando estou MESMO em baixo (acreditem, é TÃO difícil me vir queixar aqui, onde gostaria acima de tudo que o ar fosse tão clean quanto possível) sabem-me pela vida. A grande maioria das vezes não respondo na hora porque não sou capaz...

 

Mas é fundamentalmente é isso. estou aqui a arrastar-me em loops mentais e

 

a única coisa que quero fazer, hoje e durante os 357 dias que se vão seguir, é gritar a plenos pulmões:

 

alerta lamechas.jpg

 

Tenho os melhores leitores do mundo e arredores! Obrigado gente!

 

 

Continuem por aí que eu continuarei deste lado

 

Muntos     

 

 

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