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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

24
Ago17

Dasse

Fátima Bento

Ontem fui à praia. Não fui de manhã, como me andava a tentar convencer... saí de casa pouco passava das 15h, ainda parei no caminho, cheguei lá uns 30 minutos depois.

E fui em desespero de causa.

 

Isto é tudo muit'a fixe, nós vimos para aqui opinar sobre coisas gerais agradáveis ou desagradáveis, mas quando a coisa é pessoal, temos tendência a deixar as tristezas à porta...

 

Saí porque no final do corredor havia um quarto fechado com um avestruz com a cabeça enterrada na areia. E as horas passam... e a resposta a alguma pergunta que lhe faça sai lá do fundo como se lhe custasse sequer mexer os lábios.

 

Um ano, dois... seis... são fases menores ou mais longas, mas caramba! Até me tira o ar...

 

Por isso, antes de pegar no cabaz, ainda fui perguntar se não queria vir comigo - pois que não (mas só percebi à terceira).

 

A sério, estou velha para isto. E isso não tem nada a ver com a minha idade...

 

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01
Set14

Sou. Sou assim do contra, às vezes...

Fátima Bento

E é que começou Setembro - o mês da rentrée, e o que eu gosto de rentrées, costumo considerar que o ano começa agora e não em Janeiro. E vai de estrear agenda escolar, e tomar algumas decisões, fazer uma detox e uma cura de vitaminas. Todos os anos é assim.

- mas este ano NÃO.

Ontem no almoço de família, informei todos os presentes que hoje ia pela primeira vez este ano, à praia. Ontem à noite disse à filhota que hoje ia pela primeira vez este ano, à praia (isto tudo para ter mesmo de ir...). De modo que hoje vou pela primeira vez este ano, à praia.

Tenciono sair daqui por volta das três, passar pela bomba para ver o ar dos pneus, e seguir para a beach.

Eu, amante de areia, sol e água, ainda não meti os pés na dita... 

Por isso, para todos vós que estais a reentrar, welcome back, que eu só tenciono encarar a rotina daqui a uma ou duas semanas 

- ou quando apanhar um frio ou uma ventania na praia que me façam jurar não voltar lá este ano.

Bacci!

19
Mai14

Já têm livro para a praia? Não? É este !

Fátima Bento

Foi na semana passada que o acabei, nem me lembro o dia, e tive vontade de vir aqui a correr contar - mas fiquei-me pela vontade...

Já falei nele um ror de vezes porque o comecei há 500 anos e não havia maneira de lhe dar continuidade... chama-se "As mulheres casadas não falam de amor", da Melanie Gideon, e - e essa foi uma das causas que o dito foi sendo ultrapassado por outros livros - tem 464 paginas. Um calhamaço para transportar na carteira, acabava por colocar outro, ou o reader, e depois de iniciar uma obra nova, ia até ao fim. Por isso este menino andou aqui 'aos trambolhões' até que decidi 'é desta', e agarrei-me a ele.

E porque compraste tu, Fátima, este livro, que não é bem o que costum(av)as ler? Pela forma como está escrito que achei curiosa. Para além da narrativa, tem a transcrição de emails com as respostas a um estudo do qual não temos as peguntas (o que puxa pela imaginação) e conversa no facebook em PM, bem como atualizações de status. Achei 'bizarro', e uma vista de olhos a correr faz-me achar que valia descobrir a novidade no formato.

Valeu.

O livro é... bem, é um romance, não sendo dado a romantismos extrapolados, mas a história desenvolve-se na velocidade exata, não é aborrecido, não 'cansa', e no fim... ficamos de sorriso parvo.

Este é, sem qualquer duvida, um livro de verão, de silly season, de quando queremos dar uma folga à massa cinzenta sem nos sentirmos mentecaptas, nem que estamos a destruir miríades de células cerebrais.

O volume, apesar de grande, não é pesado, de modo que só é difícil de transportar se a carteira for pequena... e a paginação tem espaços que fazem com que a leitura seja mais rápida de que o numero de paginas faria supor.

Para lerem a sinopse do livro, cliquem na foto (ou no URL sublinhado, lá em cima), que vos leva à pagina da Fnac online. E não se esqueçam que a Feira do Livro está mesmo aí ;)

 

12
Mar14

Um dia diferente

Fátima Bento

Abri a epoca balnear.

Isto não quer dizer que fui passear os pezinhos à beira da água e que desatava a correr para não os molhar. Nem que fui lagartar para a toalha e apanhar aquele sol que deixa toda a gente constipada e com dores de cabeça (eu não tenho  quaisquer sintomas desses...).

Não.

Abrir a mesma, segundo aqui a F.B. quer dizer ir ao banho. 

Fui. Só não fui de fato de banho e a agua não me passou da cintura que o mar ainda não está para brincadeiras. Quando cheguei, à uma (hora perfeita para chegar à praia, como é certo e sabido - não!), já sabia que ia ter reação-de-cão e correr para a água. Dito e feito. Tirei os ténis (é que quando saí de casa era para ir ao ginásio...) e dirigi-me à água contente da vida, sol quentinho e vento zero. 

Água fria. Água mesmo fria. Mesmo, mesmo - mas passado um bocadinho já não se nota.

O mar puxava brutalmente, a ponto de, por duas vezes, estar quase a perder o equilíbrio e a dar um mergulho forçado; a areia fugia debaixo dos pés de cada vez que as ondas recuavam, e os avanços e recuos aconteciam sem qualquer cadência. Pela altura das coxas foi onde a água chegou, e vinte minutos depois vim para a toalha secar os corsários (eu disse que saí de casa para ir para o ginásio, não disse?). Meia hora depois voltei à carga e a maré tinha descido ligeiramente, pelo que o mar já não puxava como antes. Aventurei-me mais um pouco, o mar foi amigo e não me pregou nenhuma rasteira. Foi até à cintura, e depois fiquei sentada à beira d'água até já estar ensopada há tempo demais e achar por bem voltar para me deitar na toalha a ver se não saía da praia com 500 quilos de areia colada à pele, e sem vir a pingar nem a escorrer.

Quando mepareceu já estar ok, peguei na pouca tralha que levei (tinha esvaziado o saco do ginásio, e juntado à  toalha do banho a revista e o caderno, dinheiro a chave do carro e telefone), e rumei ao carro, com paragem obrigatória no banco de calçar, em que sacudi o máximo de areia possível com a t-shirt (a única coisa que levava em duplicado). Por acaso resultou (a areia comigo funciona sempre -menos hoje :) - tipo polo negativo/polo positivo - cola e não descola).

Chegada ao carro usei o banco de trás como vestiário para troca de calças e calcinhas (o que eu gosto desta altura do ano, sem vivalma no parque), e fiz-me ao caminho de volta, que faço sempre devagarinho, para aproveitar até a viagem p'ó relax.

Foi bom, soube bem.

A praia faz-me tão bem.

(quanto à inveja, poupem-se... chegada a casa fiquei logo com a conta em dia...

... no good deed shall go unpunished, como diz o outro...)

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