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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Coisas que não sabem sobre mim ou Eu e o telefone

- e que, não duvido, passavam muito bem sem saber

  Detesto telefonar. É pior que ir ao dentista.   Mas deixem-me começar a história do inicio. Cresci sem ter telefone fixo em casa. O pai tinha uma loja, e mau grado a distancia de umas centenas de metros, estávamos contactáveis, embora com delay. A mãe foi renitente ao máximo e fui eu, na minha adolescência, que consegui o feito de fazê-la ceder. Com o telefone em casa, fui usando e abusando do aparelho - chegando, algumas vezes, a ser ameaçada da remoção do mesmo quando (...)

Bonança

depois da tempestade

  E já passou! De manhã ainda choveu, gotas grossas quase de despedida, e depois limpou; o céu voltou a ficar azul e a luz, aquela luz que faz tanta falta, aqueceu-nos de novo a alma.   Demos um pulo ao supermercado (há dois dias andava a misturar as sementes com iogurte grego , que os meus bio naturais tinham acabado), e no regresso paramos junto ao rio, e aproveitei para fotografar este azul.   Não sei como vai ser amanhã, mas esta tarde foi bonito.  

Cá por casa a coisa está nestes termos

Ou Alegrias de um dia de temporal passado em casa

  Eu juro que queria fazer um post. Queria, por exemplo, apresentar-vos a Babette (olhem, é a pretinha!)   Mas está gente é mais colo, ainda para mais com este tempo... O PC jaz a meu lado, e parece que tenho a tarde feita - é que assim nem deve dar para abrir o jornal    Enfim, são as alegrias de ser mãe de três coisinhas fofas e doces...    Fica para mais logo... (ou então, não)   

A importância da gentileza

Sempre importante, hoje pode ser vital

  A gentileza é uma postura que caiu em desuso. Não vou partir de um pressuposto simplista e apontar o dedo à internet, às redes sociais e demais teorias, mas sem dúvida que a possibilidade de se esconder no anonimato ajudou muita gente a libertar os seus demónios, e a soltar em roda livre insultos, impropérios e dichotes diversos, atropelando tudo à sua passagem, qual buldozer sem travões.   E é fácil: não devemos dizer nada que ou com o tom que não gostaríamos de ouvir (...)

Atrofiei

- o que é expetável e natural.

  Há três dias que estou em casa. Não é nenhum recorde, mas calhou que neste momento quase nem sei respirar corretamente. Este fim de semana não escrevi, já escorregava para este espaço parvo que ocupo agora.    Não é a primeira vez que me sinto assim. Até há dois anos atrás, quando ainda fazia psicoterapia, quando isto acontecia, o meu terapeuta dizia-me "saia. Meta-se no carro e vá até à praia, caminhe na areia. Tem tão boas praias perto!" Na altura encolhia os (...)

E que nunca pares de dançar - a vida às vezes é um dia de sol

- semanário deste confinamento #3

  Passou mais uma semana, e desta vez a foto acima não é minha; esta semana fotografei pouco mais de que as "crianças" cá de casa, e não vou encher o blogue de fotos de gatos... - amanhã ou domingo, vou publicar um post com a apresentação do Ippo, pelo que então terão mais fotos da minha riqueza do meio.   Nestes últimos sete dias aconteceram muitas coisas positivas!     Boas noticias: a sogra teve liberdade de soltura alta, e o cunhado já saiu da área covid, está em (...)

... e já passaram 16 anos!

Eu, aqui no Sapo desde 2005

  Há precisamente 16 anos escrevi este post - e passei-lhe hoje o corretor ortográfico (gralhas não, obrigado), por isso podem ir espreitar que é razoavelmente seguro.    O Diário de uma"dona de casa" à beira de um colapso durou nove anos. Nove anos com momentos divertidos, momentos depressivos (tantos!), momentos alegres. Decisões, (...)

Generalizações e água benta...

- disto de fazermos juízos de animo leve

  O que é que têm em comum um ex fumador, um ex gordo e um minimalista? (não é uma anedota, é a sério). São uns chatos.   Passo a explicar.   Um ex fumador acha que, se és fumador, só não deixas de fumar porque não queres. Porque se ele conseguiu deixar, tu também consegues. Porque é tudo uma questão de força de vontade.   Um ex gordo acha que só tens peso a mais porque queres. Porque se ele conseguiu perder peso, tu também consegues. Porque é tudo uma questão de (...)

Estamos todos no mesmo barco

- semanário deste confinamento #2

  E passou mais uma semana, a segunda de confinamento, mas a primeira "mesmo a sério", com tudo fechado, escolas inclusive, sem vendas ao postigo, com take away nos restaurantes de rua, enquanto aqueles espaços nas áreas de restauração de centros comerciais, só em delivery.   Ir aos supermercados - e hipermercado - tem sido tranquilo, e andamos todos numa azáfama, é um tirinho entre o momento em que entramos no estabelecimento e aquele em que fechamos a porta do automóvel, (...)