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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Desculpem qualquer coisinha...

Ando a fintar o blogue, o Instagram e mais as outras redes sociais sociais todas. Quando fiquei melhor (e depois vieram outros abalos, que de comuns já se disfarçam do que podem e me fizeram sentir doente outra vez - mas só uma noite, que na manhã seguinte chutei para canto) reparei que a mina vida está transbordante. Às vezes de pessoas, outras de momentos, e essa perceção foi tão positiva! E de repente, o que me fazia correr teclas fora, o que me fazia clicar no disparo da (...)

Jogo de espelhos

Vou no comboio, lavada em lágrimas, a ouvir a mesma canção em loop. A verdade é que a letra da mesma, que é aquilo em que me centro sempre, nem tem nada a ver com o turbilhão que me envolve. Ou quase nada. Se substituirmos um tipo de amor por outro até é capaz de ter. De qualquer maneira dizem que existe uma qualquer forma quase matemática de colocar os acordes por forma a nos pôr as emoções à flor da pele, ou a transbordar olhos fora. Não sei. Só sei que choro.   Ironicame (...)

Perdi-me.

Entre um zig e um zag, perdi-me. Na volta, troquei um pelo outro, ou se calhar foi outra coisa e nem me lembro: ainda ontem estando sentadinha na poltrona da casa de banho, olhei para o lado e estava a Piccolina a beber água numa verdadeira piscina - como é que não se esbardalhou no fundo, é um mistério mais misterioso que o de Oak Island - e eu olha! quem aqui está! quando tinha tapado o ralo do lavatório, aberto a torneira, dito espera e vai agora, como faço sempre (aposto que (...)