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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Para sempre

Dia do pai, também do meu

  "Aí no final do arco-íris, não acredito que tenham calendários, pelo que deves sentir um sopro morno no lugar do coração quando me lembro de ti. O que quer dizer que sentes todos os dias, e hoje, 19 de Março não é diferente. Porque mesmo que não dê por isso, estás sempre comigo. Lembro-me da tua gargalhada, do teu sorriso, das nossas zangas épicas, que duravam o tempo da discussão e estava tudo bem em seguida, mas que deixavam quem ouvia sem pinga de sangue (muito (...)

É que não me faltava mais nada! MAIS NADINHA!!!!!!

Estava eu doente, porque o tempo andava parvo - como anda agora, de resto - e mesmo, mas mesmo a precisar de cama. E então, porque nada pode ser simples, senão a vida não tinha piadinha nenhuma, aconteceu o que contei em 2011 e volto a contar hoje...    "[Dado estar a necessitar de me ir enroscar debaixo do edredão], ontem à noite, a caminho da caminha entro no quarto e oiço o alarme-piccolina a plenos pulmões - a bicha nem dá um minhau, só pia como os pássaros, mas quando bai (...)

Ai Fátima, Fátima...de morrer a rir

E diz o Vítor: só mesmo tu para te rires dos teus disparates... E ó se ri, e continuo a rir cada vez que me lembro. A ver se consigo contar com realismo... Primeiro, para contextualizar, tenho bócio interior, pelo que a garganta é um nadinha mais estreita. Adiante.   Deitada, luz apagada, marido que já vê o Morfeu de braços abertos, diz ela: é pá, esqueci-me de tomar os comprimidos, e zás, acende a luz. O Morfeu esconde-se e o marido resmunga. Ela senta-se na cama, pega na (...)