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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Este ano não temos silly season

Praticamente desde que me lembro, nesta altura do ano, já as revistas fervilhavam com micro entrevistas ao quem é quem (ou pelo menos, diz a vox pop que sim), e quase toda a gente sabia onde X ia passar as férias, o que Y levava na bagagem, Z ia ler nas férias.  Este ano, ou eu ando mesmo muito distraída, o nada, nicles, rien.   [ok, não compro as revistas sociais (deus-me-livre), a Visão e a Sábado têm ficado na banca; o Expresso ainda vem cá para casa de vez em quando... (...)

Uma sexta feira como as outras (ou talvez não)

Estou numa Resolve à espera que coloquem a proteção de écran no telemóvel do marido.   Ao meu lado, uma família, casal com duas filhas em idade escolar - a mais nova pouco mais de que lá chegada. O pai a fazer uso desesperado das férias para recuperar o que perdeu dos últimos onze ou doze meses, como se tal fora possível!, e a aborrecer de morte as miúdas que tentam bater o recorde de revirar os olhos por hora. Dá os parabéns a ambas por terem passado o ano (revirar), fala (...)

Porque o algodão doce de morango é sempre cor-de-rosa

Há pouco tempo li uma sinopse de um qualquer livro, de que não guardei o nome, que terminava com a seguinte frase (mais palavra menos palavra): “um final surpreendente mesmo para um leitor experiente. Então é esse o rótulo que me encaixa: leitora experiente...   Experiente ou não, desde que consegui antecipar 85% do final de A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Jöel Dicker e depois arrasado com um  20/20 no Numa floresta muito escura, de Ruth Ware, resolvi boicotar thrillers (...)