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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Simplicidade

  Tinha os dedos enfarruscados da tenaz com que empilhava as brasas no borralho da cozinha. Limpou as mãos ao avental, endireitou as costas, mão apoiada na lombar, ai os meus rins, e dirigiu-se ao cântaro. Encheu o púcaro de água, deitou-lhe umas ervas secas, e colocou-o sobre a trempe posicionada sobre as brasas. Sentou-se no banco de madeira e estendeu as mãos para o calor. Iluminadas pelas labaredas que se iam soltando de quando em vez, as suas mãos perdiam-se em frieiras, (...)